
Admiração e Mitos
O que leva afinal um homem à filosofia? Para Aristóteles é a admiração. Desde que dotado para tanto, o homem impressionado pelo mundo que o circunda, pela variedade e diversidade das coisas que lhe são próximas, e mesmo as que se encontram bem distantes, tenta explicá-las com o recurso da razão. É esta inclinação dele para o maravilhoso que explica o fascínio que os mitos exercem sobre ele, porque nada existe de mais fantástico. Neste seu afã ele não busca nenhuma utilidade, a filosofia é uma arte desinteressada. Ao contrário da geometria (medir a terra), ela não se move por nenhuma utilidade, porque a filosofia é um fim em si mesmo, é a busca de uma auto-satisfação que apenas diz respeito ao sábio, que acima de tudo é um desinteressado das coisas práticas, dos dinheiros e dos confortos.
O que leva afinal um homem à filosofia? Para Aristóteles é a admiração. Desde que dotado para tanto, o homem impressionado pelo mundo que o circunda, pela variedade e diversidade das coisas que lhe são próximas, e mesmo as que se encontram bem distantes, tenta explicá-las com o recurso da razão. É esta inclinação dele para o maravilhoso que explica o fascínio que os mitos exercem sobre ele, porque nada existe de mais fantástico. Neste seu afã ele não busca nenhuma utilidade, a filosofia é uma arte desinteressada. Ao contrário da geometria (medir a terra), ela não se move por nenhuma utilidade, porque a filosofia é um fim em si mesmo, é a busca de uma auto-satisfação que apenas diz respeito ao sábio, que acima de tudo é um desinteressado das coisas práticas, dos dinheiros e dos confortos.

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