quinta-feira, 9 de julho de 2009

Piadas

Um professor de Filosofia entra na sala de aula, põe a cadeira em cima da mesa e escreve no quadro: "Provem-me que esta cadeira não existe."
Apressadamente, os alunos começam a escrever longas dissertações sobre o assunto. No entanto, um dos alunos escreve apenas duas palavras na folha e entrega-a ao professor.
Este, quando a recebe não pode deixar de sorrir depois de ler: "Qual cadeira ?"



Uma empresa, achando que era hora de mudar o estilo de administração, contratou um novo gerente. O novo chefão veio determinado a balançar as bases e tornar a empresa mais produtiva. No primeiro dia, acompanhado dos principais assessores, fez uma inspeção por toda a empresa.
Publicidade

No setor de empacotamento, todos estavam trabalhando duro, mas um rapaz lhe chamou a atenção por estar encostado na parede, com as mãos nos bolsos.

Vendo aí uma boa oportunidade de demonstrar sua nova filosofia de trabalho, o gerente perguntou ao rapaz:

- Quanto você ganha por mês?

- Duzentos Reais - respondeu o rapaz sem saber do que se tratava - Por quê?

O Gerente tirou 200 reais do bolso e o entregou:

- Aqui estão seus 200 reais deste mês. Agora suma daqui e não volte mais.

O rapaz embolsou o dinheiro e saiu o mais depressa que pode.
O gerente, enchendo o peito, pergunta ao grupo de operários:

- Alguém sabe o que esse sujeito fazia aqui?

E um dos operários respondeu:

- Ele é o entregador de pizza, chefe.

A filosofia...


Admiração e Mitos

O que leva afinal um homem à filosofia? Para Aristóteles é a admiração. Desde que dotado para tanto, o homem impressionado pelo mundo que o circunda, pela variedade e diversidade das coisas que lhe são próximas, e mesmo as que se encontram bem distantes, tenta explicá-las com o recurso da razão. É esta inclinação dele para o maravilhoso que explica o fascínio que os mitos exercem sobre ele, porque nada existe de mais fantástico. Neste seu afã ele não busca nenhuma utilidade, a filosofia é uma arte desinteressada. Ao contrário da geometria (medir a terra), ela não se move por nenhuma utilidade, porque a filosofia é um fim em si mesmo, é a busca de uma auto-satisfação que apenas diz respeito ao sábio, que acima de tudo é um desinteressado das coisas práticas, dos dinheiros e dos confortos.

A filosofia ....

As coisas mais difíceis de se saber

Afinal quais são essas coisas mais difíceis de se conhecer? São as que têm valor universal, as que estão mais afastadas dos sentidos e que dependem mais da mente e não das sensações: são as ciências dos princípios. Estas, por sua vez, são mais exatas quanto menores forem os princípios em que se apoiam, e, ao contrário, são menos exatas se resultam de múltiplos princípios. Por isso a aritmética é mais rigorosa do que a geometria.

Ensino e Conhecimento

A ciência que estuda as causas dos fatos particulares é a mais apta ao ensino. Exatamente por isso, por dominar os princípios e as causas de todas as coisas possíveis de serem entendidas, é que a filosofia é uma ciência especulativa, que trabalha com categorias abstratas, mas que obedecem a um lógica extremamente rigorosa a qual somente o homem sábio domina.


Santo Alberto Magno














Filho de um barqueiro João Cryfts e de Catarina Roemer. Teólogo e filosófo humanista, é considerado o pai da filosofia alemã e, como personagem chave na transição do pensamento medieval ao do Renascimento, um dos primeiro filósofos da Idade Moderna

Entre seus pensamentos está a divisão do saber humano em dois graus, o intelectual e o racional. O primeiro nos conferiria a noção mística de Deus, e o segundo tinha origem na sensibilidade. Este dualismo é muito peculiar ao pensamento místico.

Em 1425 matricula-se em Teologia em Colônia, ali recebe as doutrinas de Santo Alberto Magno, do platonismo e de Ramón Llull. A partir de 1426 o legado papal (Orsini) pede-lhe que seja seu secretário, isto lhe permite ascender ao mundo dos Humanistas, o introduz no mundo da política eclesiástica e do estudo. Dedica-se ao estudo dos códices e descobre até 800 textos de Cícero, 16 comédias de Plauto, etc.

É ordenado presbítero em 1430, e entre 1432 e 1436 defendeu de maneira ativa o conciliarismo, mas a partir do Concílio de Basiléia se desconcerta e se reconcilia com as teses do Papa, convertendo-se no personagem mais relevante.

Doutor em Direito canônico, participou no Concílio de Basiléia em 1431. Identificado como anti-aristotélico ou antiescolástico, introduziu a noção de coincidentia oppositorum (coincidência de opostos), que é Deus, para superar todas as contradições da realidade. Foi um dos primeiros filósofos a questionar o modelo geocêntrico do mundo. Conseguiu um breve período de conciliação entre as igrejas Católica e Ortodoxa, se empenhou em aproximar a Igreja dos hussistas, predicou a cruzada contra os turcos e mediou na pacificação das relações entre França e Inglaterra.

Em 1450 foi nomeado Cardeal e Bispo de Bressanone. O duque Segismundo não aceitou sua nomeação.